Marcadores genéticos no CA de Mama O que há além do BRCA 1 e 2?

Postado por: Vagner Stigger em 08/04/2015 às 11:45

O câncer pode ser considerado como uma doença genética e monoclonal. Assim, O é fundamental que ocorra alguma lesão genética para que a célula trans?ra essa lesão, e outras adquiridas ao longo da propagação clonal, para suas células ?lhas. A lesão genética pode ser hereditária ou adquirida (a grande maioria das neoplasias apresentam lesão somáticas adquiridas). No caso do câncer de mama, uma em cada dez mulheres vai desenvolver a neoplasia (10%), que na grande maioria (75%) são decorrentes de mutações genéticas adquiridas, enquanto que 25% apresentam associação com alterações genéticas herdadas.

Dentre os casos familiares, nem sempre é possível realizar uma associação de?nitiva com o evento genético, pois a grande maioria é decorrente de mutações em genes com baixa penetrância o que di?culta a identi?cação (tabelas 1 e 2). Somente 1% a 2% das mulheres têm história familiar sugestiva de herança autossômica dominante com gene de alta penetrância, o que lhes confere um risco de até 80% de desenvolver câncer de mama e, eventualmente, de ovário. Em pessoas com mutações do BRCA1, o risco cumulativo médio aos 70 anos varia entre 55% e 85%, para o câncer de mama, e entre 16% e 60%, para o de ovário. Mutações no gene BRCA 2, os riscos variam entre 37% e 85%, para neoplasia mamária, e entre 11% e 27%, para tumor ovariano.








Notícias Relacionadas


NEWSLETTER

Cadastre seu e-mail em nossa newsletter e receba informações e seu e-mail.

Laboratório Antonello - Todos os direitos reservados © 2017